Sexta-feira, 01.10.10

Esta sexta-feira, Slimmy dá mais uma volta a Portugal pelas lojas Fnac. O cantor de “You Should Never Leave Me” continua a mostrar ao vivo o segundo álbum, “Be Someone Else”. Até ao próximo dia 7, Slimmy atravessa as Fnacs de Braga a Lisboa.

Vejam aqui as datas:

FNAC MAR SHOPPING SEX. 01 OUT. 22H00

FNAC BRAGA SÁB. 02 OUT. 17H00

FNAC GUIMARÃES SÁB. 02 OUT. 21H30

FNAC NORTE SHOPPING DOM. 03 OUT. 16H00

FNAC STª CATARINA SEG. 04 OUT. 17H00

FNAC GAIASHOPPING SEG. 04 OUT. 22H00

FNAC COIMBRA TER. 05 OUT. 17H00

FNAC LEIRIA TER. 05 OUT. 21H30

FNAC CHIADO QUA. 06 OUT. 18H30

FNAC CASCAIS QUA. 06 OUT. 21H30

FNAC COLOMBO QUI. 07 OUT. 18H00

FNAC ALMADA QUI. 07 OUT. 22H00

 

Fonte: Antena 3



publicado por Joana Soeiro às 18:33 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 24.08.10
Slimmy encerra a 19ª edição do Festival Noites Ritual no Porto, com mais uma apresentação do seu novo álbum 'Be Someone Else'.
O espectáculo com entrada livre decorre nos Jardins do Palácio de Cristal no próximo sábado, dia 28 de Agosto, sendo que na mesma noite e no mesmo palco estarão também presentes Sean Riley & The Slowriders e The Legendary Tigerman.
De referir que o ‘homem tigre’ foi responsável pela remistura do tema 'Inside The One' que faz parte do CD 'Beatsound Loverboy Remixes' e que acompanha uma edição especial do novo álbum ‘Be Someone Else’.
No mesmo CD podemos ainda encontrar remisturas de DJ Ride, Dean Rosenweig (ex IAMX), Beatbender, entre outros…
Slimmy faz parte da lista dos pré-nomeados para os MTV Europe Music Awards 2010, que irá seleccionar os 5 projectos finalistas para a eleição do BEST PORTUGUESE ACT. E edição deste ano dos MTV EMA decorre a 7 de Novembro na Caja Magica em Madrid, Espanha.
Já em 2008 e após a edição do álbum de estreia 'Beatsound Loverboy' Slimmy foi um dos 5 finalistas dos MTV EMA e que teve como vencedores os Buraka Som Sistema.
Fonte: Santos da Casa


publicado por Joana Soeiro às 14:25 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 09.07.10

«Be Someone Else», editado esta semana, é o segundo álbum de Slimmy e sucessor de «Beatsound Loverboy» (2007). «Comecei tudo sozinho e, de um momento para o outro, sinto que estou a realizar os meus sonhos», conta o cantor e compositor portuense ao SAPO Música.


O título do disco pode anunciar uma metamorfose mas, três anos depois do disco de estreia, Slimmy não mudou assim tanto. «Não é muito diferente do primeiro, uma vez que continua com rock e electrónica, mas não é tão individualista como o primeiro. Usei banda a tocar comigo, partilhei a escrita de canções com outras pessoas...», revela o músico a propósito do novo álbum, «Be Someone Else».

 

O título, sublinha, é «uma espécie de alerta para as pessoas», mais do que uma referência à sua própria mudança. «Não é propriamente uma vontade minha de me disfarçar seja do que for, já ando assim quase sempre», brinca.

 

«Sejam vocês próprios, não vivam a vida dos outros», recomenda, garantindo que no seu caso essa atitude tem funcionado. E no disco anterior, «Beatsound Loverboy», catapultou-o mesmo para alguma projecção internacional, com canções na banda-sonora da série «CSI: Miami» ou do programa de resumos da liga inglesa na Sky Sports.

 

Mas a internacionalização acabou por não ser consumada. «Não é assim tão fácil como parece. Mesmo que edites lá fora tens a estrutura dos técnicos e da banda para defender o disco na estrada. Não te consegues concentrar nos dois sítios», explica, acrescentando ainda que vai continuar a tentar mostrar a sua música «ao maior número de pessoas possível».

 

E nos próximos tempos, Paulo Fernandes e a sua banda vão mostrar «Be Someone Else» em vários palcos nacionais: em Vila do Conde (no Forte de S. João, dia 4), no Porto (no Pherrugem e no Rendez Vous, dias 9 e 10, respectivamente) ou em Coruche (nas festas da Semana da Juventude, dia 17), por exemplo.

 

 

Fonte: Sapo Música (com vídeo-entrevista a Slimmy)



publicado por Joana Soeiro às 09:00 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 08.07.10

Chama-se Paulo Fernandes, mas todos o conhecem como Slimmy.  De "one-man-show", passou a  ser uma banda com cinco elementos. A diferença nota-se em “Be someone else”, o segundo álbum do músico do Porto.

 

 

Este disco está mais orgânico e menos electrónico. Foi uma opção planeada ou saiu assim?

Foi uma opção natural. No primeiro disco, não havia ninguém para tocar os temas. Gravei quase sozinho porque teve de ser. Agora, já com o trio formado, enquanto íamos tocando ao vivo, íamos experimentando algumas coisas e gravando. É, sem dúvida, um conceito diferente. Menos Slimmy como projecto a solo, mas mais Slimmy como banda. Os temas foram muito bem escolhidos, porque vamos poder dar concertos vigorosos e enérgicos.

 

Slimmy já foi um “one-man show”, passou para um trio e, agora, já são cinco em cima do palco. Como está a resultar a nova formação?

Muito bem. Tento incutir a ideia de que somos uma banda e não há músicos convidados. Já não é bem o meu projecto, mas também de quem me acompanha. O facto de sermos cinco vem tornar a coisa mais real ao vivo. No trio, parecia que faltava ali qualquer coisa. Agora, tornou-se mais forte. É um rock “show”. Aquele lado meio “dance” e meio cabaret não se perdeu, mas, até pela atitude dos músicos, convém que se torne mais rock. O rock toca mais o íntimo das pessoas. Neste momento, somos uma máquina de rock ‘n’ roll.

 

Uma das suas imagens de marca são os concertos enérgicos e animados. De onde vêm as forças?

Ligo um botão e deixo o comboio andar. Não sei muito bem o que faço, o que sou. Acho que é uma versão um pouco animalesca que tenho. A minha energia vem do gosto que tenho em estar ali, do contacto com o público, da adrenalina de estares a cantar  aquilo que escreveste. E também da vontade de eu querer dar um bom espectáculo. As pessoas pagam bilhete e têm o direito a ver algo diferente do que vêm no dia-a-dia. A música é uma festa. É algo que te tira do cinzentismo sério. É um bocado por aí que hoje faço música.

 

Há um Slimmy no palco e um Paulo na rua?

Já não. O facto de me sentir estrela rock todos os dias – sem qualquer arrogância – faz com que tenha de ser o Slimmy sempre. E há uma parte do Paulo que também entra em palco. Hoje, os dois misturam-se e completam-se. Não é um “show off” do Slimmy. É uma versão minha mais sexual, animal e hardcore do que aquilo que sou no dia-a-dia. Também não posso ser sempre assim porque a sociedade não me deixa (risos).

 

Começou pelo grunge, passou pelo break beat e agora estacionou no electro rock. Porquê?

Sou muito ecléctico. Não gosto apenas de um estilo de música. Nos anos 90, o rock e o grunge eram a influência mais óbvia para quem queria tocar guitarra ou baixo. Depois, veio a onda da música de dança, com o boom dos Prodigy ou Chemical Brothers, que me influenciaram para um lado diferente. Como já tinha o outro lado, simplesmente juntei os dois da maneira mais coerente e festiva possível. Quero que um disco seja uma coisa festiva e não um daqueles discos rock tradicionais ou um mero disco de dança, em que sentes que é só uma máquina que está a tocar aquilo.

Já esteve a morar em Londres e, depois do primeiro disco, voltou para Portugal. Foi um passo atrás?

Não. Ainda tenho lá casa, vou quando quero e até acabei lá este disco. Na altura, estava a sentir-me cansado de lá viver. É muito engraçado ir a Londres como turista, mas viver lá são outros quinhentos. E tinha um disco tão bom nas mãos que queria mesmo voltar para mostrar às pessoas  uma espécie de produto novo.

 

Daí o regresso à “terrinha”...

A “terrinha” fez com que eu ficasse profissional disto e torna-se um bocado impossível de andar cá numa digressão e depois ires mostrar-te lá fora. Claro que há sempre a vontade de editar discos  e fazer digressões internacionais como deve ser. Mas, sem dúvida que o facto de o meu ganha pão se dever a estar aqui leva-me a concentrar muito mais no público português. Tenho a preocupação de tentar agradar às pessoas. Acabo por fazer a música que quero e que  quero dar às pessoas porque acho que elas vão entender e gostar.

 

Tiago Rodrigues Alves

Fonte: JN



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Terça-feira, 06.07.10

Há dois anos Slimmy surgiu no panorama musical português e ouvimos um músico a cantar em inglês um techno-rock que nos punha a pensar: “É inglês ou português?” É portuense de gema e lança agora o seu segundo disco, “Be Someone Else”. “Reflecte o amadurecimento, uma maior estabilidade a nível mental. Embora mantenha a minha irreverência”, garante ao Metro.

“A música é a melhor profissão para se ser irreverente”, considera o vocalista, que se fez notar pela imagem arrojada. “Isso é apenas um factor de falatório. Se fores a Londres ou a Berlim, ninguém repara em mim.” Para Slimmy, o que importa é “fazer músicas que as pessoas possam cantar e letras que as pessoas possam entender. Não faço as coisas para chocar.”

As canções deste novo disco “são muito ‘in your face’, com grandes refrões e grandes versos”, descreve Slimmy. “O rock e o electro são os dois mundos onde me sinto mais à vontade. Mas neste disco há uma coisa nova interessante, que é o partilhar canções. O primeiro foi muito individualista. Aqui já escrevi canções com o Quico [Serrano], com o DJ Ride e com o Mark [Turner], com quem me sinto à vontade. Tem mais o conceito de banda.”

Mesmo com tanto arrojo, Slimmy consegue unir as emoções a um género de música que –- aos mais desatentos – pode parecer desprovido de sentimentos. Mas aqui as suas letras, que são as experiências do seu dia-a-dia, conseguem sobressair
no meio da electrónica e guitarras distorcidas. “Há uma balada, ‘I Can’t Live Without You In This Town’, que é dedicada a uma rapariga do Texas
que conheci em 2004, há temas de 2006, de 2007 e outros que foram feitos este ano. São as experiências daquilo que vou vivendo ou dos sítios por onde vou passando, mas muito intemporais.”

Há dois anos e meio, quando lançou o primeiro disco, Slimmy conseguiu fazer a sua música  chegar a séries de televisão como “CSI”, mas não conseguiu concertos fora de Portugal. Agora é altura de tentar de novo e Slimmy sente-se “capaz de concorrer com qualquer banda inglesa ou francesa”

 

BRUNO MARTINS

 

Fonte: Metro

 



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Julho

Dia 4: Forte de S. João, Vila do Conde - 9h30 pm

Dia 9: Slimmy DJ Set - Pherrugem, Porto - 10h30 pm

Dia 10: Slimmy DJ Set - Rendez Vous, Porto - 11h30 pm

Dia 17: Coruche - 11h pm

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